quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Aimless ship

I am an aimless ship. I have no port waiting for me. I have no certain direction. I go where the wind takes me which means  I am lost at the sea of life. I am an aimless ship adrift on an endless sea.

No port waits for me, no lighthouse calls me home.
I follow only the whims of the wind,
and in this surrender, I am lost in the ocean of life.

My crew is small but heavy with ghosts:
Hopelessness, Heartache, and Anger.

Hopelessness stands at the helm,
eyes dulled, hands empty of compass or chart.
She has forgotten how to read the stars,
and so we drift, directionless.

Heartache lurks below deck,
engine shattered, anchor gone,
fingers trembling too much to mend what’s broken.

And then there is Anger.
Ah, Anger—
she is the only one who rows,
her fury the oar that keeps us moving,
even as the others weigh us down.

And so we remain,
adrift,
a ship without destination,
propelled by rage alone.

sábado, 30 de julho de 2022

Grief

Grief feels like a punch. It takes my breath away, my sight, my sanity... It's an unimaginable pain that never ceases. 

I was told that there are different kinds of grief. I've basically experienced three kinds: for those who have lost their lives, for those who have left my life and erased me from theirs, and for the loss of something I held dear. 

The first grief cuts you open. It tears you into pieces until you find the strength to rebuild and put all the pieces together. 

The second grief, that one kills you a bit every single day. A message you don't get. A hug that'll never be given again. Until you try to see some empty future ahead of you. 

The last leaves you in the middle of nowhere. Lost without direction, purpose... 

When grief strikes, there's no light. No spark. There's just deep darkness. I go down into a spiral of demeaning thoughts that might drive into insanity. 

Grief is a sequence of punches that may kill me someday.

 

sábado, 30 de maio de 2020

Déjà vu

I've been here before.
I've felt like this before.
This feeling isn't unfamiliar to me.
Life moves in circles—I always find myself at the beginning of this never-ending cycle. Living through the same damn thing that makes me feel completely incapable, unfit.

I should’ve ended this a long time ago. But I can’t. Not for myself, but for the others who might bear the cost of my sins—my mistakes.

I want peace.
But there’s a storm inside me, constantly pulling me toward the edge. One day, I might cave in. One day, I might fall into oblivion.

I won’t even be a ghost or a memory in my own story.
I’ll be erased.

Done

I'm lying here awake in a dark room. There's no one else. There's me and my thoughts.
Most of my life, I've spent this way: by myself in a dark room. That's what it feels like to be  utterly and painfully alone. 
When you see yourself in this position, you start to wonder what is wrong. The answer can only be found within ourselves. And, it might not be a good one. That's the case.
I look at myself in the mirror and I can't  see anything eye-catching. I look deep into my eyes to reach my soul and it's empty. The light I should see inside of me, it's long faded, extinguished, gone...
What do I feel? I just feel pain. So much pain, I can't even start to describe it. I just wish to stop this pain. I just wish to seize to exist. I'm done living. I'm done lying. I'm done. I'm finished. 

sábado, 9 de novembro de 2019

Falling

There was something in the way he looked at me and spoke to me.
Something that frightened me.
Deep down, I knew:
Falling in love was dangerous, and I was getting too close...

Falling... Am I falling?
Am I falling from grace?
Am I falling back down?
Or am I simply falling head over heels in love?

There was so much more life to live,
but there you were, tearing everything down with your silky grin,
looking down at me.

Falling... Am I falling?
Am I falling under?
Am I falling dangerously in love again?
Or am I simply falling from grace?

Empty words,
empty promises—
I was left once again in the dark,
and all the spark vanished.

Falling... Have I fallen?
Have I fallen under?
Have I once more fallen into false hope?
Or have I fallen into a deep hole?
I'm done falling...

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Collision

I've been left all alone in the dark.
I've been dancing with my demons.
We struggle to forget the scars, and they won't go easy.
There's something comforting about being let down again.

I've always been scared of being alone,
because in loneliness I have to fight my worst enemies within myself.
I think it's all over:
all the voices in my head are telling me it's over.
But, truth be told, I used to hide my true self behind the mask that was made for me.

We collided.
You didn't knock.
You didn't ask for permission.
You simply invaded,
took whatever you thought was yours.
Our worlds, so different, merged together.

There were no warning signs.
I had no say in it.
That was that. I was hooked.

For too long, I got lost in you.
For too long, we clung to one another.
That wasn't love; that was dependence.
That was the need to fill the void,
and that only made the hole deeper.

Sitting here, writing these words, I wonder...

My eyes got used to the darkness.
I got used to unhappiness...
Now I recoil at the sight of the light at the end of the tunnel.
I am afraid to enjoy the brightness,
because it might fade away again...

I don't love you anymore.
Perhaps I'd never loved you anyway.
But that doesn't make me miss you any less...
In fact, I don't miss YOU;
I just miss MY idea of you.

We've collided...
We've drifted apart...
We're no longer plural.

I wish you well.
I wish you hell.
And I wish you farewell.


sábado, 4 de abril de 2015

Amizade?

Melhores amigos. 
Não passavam de melhores amigos. 
Irmãos, nascidos em famílias diferentes, com pais diferentes, criações diferentes. 
Meus melhores amigos. 
É engraçado pensar no nome que são dadas às coisas que existem no mundo. Melhores amigos.Soa como um troféu. "Pelos momentos que passamos juntos. Pela amizade que me concede. Aqui, Tome. Melhor Amigo."
Engraçado. Uma combinação de duas palavras que parece importar para muitas pessoas. 
Uma responsabilidade muito grande. 
Amigo. Apenas isso não seria suficiente? 
Parece que não. 
Esse 'troféu' torna algo diferente? O que sente? 
Haverá o título Piores Amigos? Se há o melhor, poderá haver o pior também, não? 
Dicotomia. Paradoxos. 
Chego a conclusão que tive melhores e piores amigos. E os encontrei nas mesmas pessoas. 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Não é o suficiente

Agarrei a mão de um caído que a estendia, para ajudá-lo a endireitar-se. Ele quis mais. Quis que eu o acompanhasse no caminho e agisse como uma muleta. Assim o fiz. Não por bondade. Cativou-me. Prendeu-me. Vivi à sua sombra. Vivi à sua espera. Vivi à disposição de sua vontade. Acreditei que me tinha amizade. Acreditei que me tinha amor. Estendi minha mão. Ela ficou ali, pairando pelo ar. O caído que apoiei, ali não estava para auxiliar. Esqueceu-se de minha assistência. Esqueceu-se de mim. Abandonou-me. O que penso hoje é que nada foi suficiente. Que sempre preciso dar mais do que posso oferecer. E, mesmo assim, não é o suficiente.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vivendo e Aprendendo



Vivendo e aprendendo:
- A consideração que você reserva às demais pessoas, nem sempre elas reservam à você;
- Para cada dose de sofrimento, acompanham três de alegrias;
- Ajudar aos próximos sem esperar receber ajuda no futuro;
- Entender que há pessoas que procuram por amigos nos momentos de necessidade e não felicidade;
- Fato concreto: a primeira impressão é sempre a que fica;
- Ter sempre os mesmos temas para conversa te faz ser chato(a);
- Mandou mensagem, não respondeu: obviamente, não quer falar com você ou não se interessa pelo que você escreveu;
- Os melhores livros são sempre àqueles pelos quais você se apaixona; 
- Não espere receber mais do que você merece;
- Só porque uma pessoa é legal com você, te trata por adjetivos carinhosos ou te dispensa atenção, que ela está, de alguma forma, querendo alguma coisa com você;
- Corações partidos podem sempre ser reparados;
- Homens são diferentes das mulheres (e, não apenas no quesito físico), mas há circunstâncias que são muito semelhantes;
- Todo ser humano comete erros, portanto é inútil escondê-los - haverá sempre o dia em que virão à tona;
- Errar, assumir e oferecer sempre uma solução;
- Nem tudo o que é bonito é bom; 
- Aprenda com a história para evitar errar desnecessariamente: afinal, errar uma vez é humano, mas insistir no erro...;
E, por fim, 
- Se for julgar, que tenha argumentos suficientes para tanto. 

Observe, aprenda, decida e viva sem arrependimentos, dúvidas ou mágoas. 
A vida humana é curta demais...

sábado, 22 de dezembro de 2012

Tempestade

The rain falls beyond the walls.
The gray day neither welcomes us nor calls us into the open air.
The walls press in; the sealed window stirs unease.
Beyond, the storm awakens.
Bolts of lightning carve the sky, revealing a world wrapped in darkness—
Revealing what longs to remain unseen.
Yet the light is fleeting, a spark,
Gone in an instant, as night collapses once more
Into the starless black.
And then, a hurricane takes form.
At its heart, there is nothing to cling to,
No ground on which to stand secure.
Thus the storm rages on—
Out there, and within.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

À Espera

Vivemos em constante espera... Esperamos que os anos passem e nos tornemos mais sábios, mais responsáveis e adultos. O hoje nunca parece mais saboroso que o amanhã. O futuro tem aquele gosto agridoce, cheio de expectativa e novas chances.
À espera vemos os minutos tornarem-se horas; as horas, dias; os dias, meses; os meses, anos... E ao fim desse ciclo interminável vemos que a vida passou, extinguiu-se. Ficaram apenas as marcas de nossos pés na terra batida.
À espera de que algo libertador aconteça, acabamos deixando de lado as coisas que mais importam: as palavras que deveriam ter sido ditas, as atitudes que deveriam ter sido tomadas, silêncios não preenchidos, o toque que não aconteceu e aquele beijo que não existiu.
Vivemos à espera de mudanças drásticas, de libertação ao nosso marasmo cotidiano... À espera de que a vida valha a pena, mas a vida sempre vale à pena, se vivida de maneira gratificadora.
Estamos à espera do que? De que o mundo volte a girar? De que as horas passem e os dias sigam? 

E no fim...


O pé-de-guaco no jardim deu flores... Havia anos que não nos agraciava com as flores primaveris e com o aroma acolhedor. Parecia que previa, que desejava prestar sua última homenagem àquele que o apresentou. O chá de guaco, porém, não possui o mesmo sabor... 
As bananeiras e os cafezais há muito já não produzem ou florescem. Perderam o viço e definham à um canto do jardim. As rapaduras não possuem mais o mesmo sabor adocicado que marcou a infância perdida. Tudo perdeu a graça e simplicidade... Definhou e acabou. 
Todo o início de história possui um ponto final. Toda vida deverá um dia terminar. Toda pessoa humana irá encontrar-se no fim de um túnel de onde não se pode mais sair, onde apenas haverá uma luz a lhes guiar, deixando saudades aos que permanecem, muitas vezes, também a espera da aproximação de seu ponto final, em meio as tantas vírgulas que aparecem no caminho. 
A saudade é a certeza de que passaram entre nós. As lembranças permanecem em cada canto da memória e da casa da infância. A cada segundo ecoa o som da tosse seca, da voz rouca, do cheiro de guaco e cafezal. 
Passaram como dois guias, como os chefes de duas família distintas. Da minha família. 

RIP Vô Antonio e Vô João

domingo, 10 de junho de 2012

The Road Not Taken

 
“The Road Not Taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;

Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
... Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same,

And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.

I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I—
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.”

By Robert Frost

domingo, 22 de maio de 2011

Defeitos, Qualidades e Paradoxos


Quando olho-me no espelho, encontro apenas defeitos. Quando avalio minha vida, vejo apenas erros e imperfeições. Há vezes, que acredito estar certa, mas, em meio a minha certeza, sinto que há algum equívoco.
Algumas pessoas - amigas, é claro! - vêem em mim qualidades que eu não encontro. Os defeitos parecem sobressair-se mais... Parecem mais visíveis. Quando elogiam-me, sinto-me ofendida, porque, muitas vezes, não acredito, não posso receber um elogio que não me pertence, que não é meu. Tenho características que poderiam ser consideradas admiráveis, mas que considero como banais, simples.
Tenho noções de certo e errado que abalam toda a tentativa de aproximação das pessoas. Não sou daquelas que deixam-se levar pelas adulações, sou aquela que habituou-se às críticas...

Eu sou Insegura... Confiante... Mal-humorada... Humorada... Infeliz... Feliz... Chata... Legal... Inconveniente... Presente... Carente... Amorosa... Solitária... Altruísta... Fria... Carinhosa... Ausente... Presente...

Não sou perfeita... Sou um paradoxo sem fim.

domingo, 8 de maio de 2011

We learn how to live alone



One of the truest things I’ve ever heard is this: we come into this world alone, and we leave it the same way. Companionship is only borrowed—encountered along the road, from one end to the other. It comes in many shapes: family, friends, lovers… But no one is ever entirely alone.

People often ask why I am always by myself. The truth is I enjoy it. I like the quiet of my own thoughts, unbroken, uninterrupted. The greatest loneliness, I believe, is the kind that strikes when you are surrounded by people. And so I find it easier to meet life this way.

We learn solitude through trial. After stumbling so many times, I’ve discovered that the best companion is my own self. Depending on others—leaning on them, caring for them—only leads to pain when they fade away, leaving nothing but distant, scattered memories. Loneliness, by comparison, feels gentler.

That isn’t to say it is never hard. It is. Very hard. It feels like a child on Christmas morning with nothing to unwrap— as if unworthy of reward. Life grants us many gifts, yes, but not the final one, the ultimate prize.

Still, I carry no resentment. Never. I step back not out of bitterness, but because I care too much. I would rather remove myself than force my solitary presence—so heavy, at times—on those who don’t need it.

Solitude, for me, is a strategy. A refuge. A quiet harbor where I can rest, where I can hide.
Of course, I envy those who live surrounded by people and find joy in it. Of course, I would like to be among them. But that isn’t in my nature. Mine is a darker one—sorrowful, reserved, always a step apart.

So I have learned to live alone.
And I do not know if I will ever unlearn it.

domingo, 17 de abril de 2011

Quero III - Verdade


O que eu quero na realidade
Não tem função...
Não tem vazão..
Não tem razão...
Não em explicação...

O que eu quero na realidade?
Sumir?
Suprir?
Ferir?
Mentir?

O que eu quero na realidade?
Deixar para trás toda minha história?
Passar pelas eliminatórias?
Superar e conquistar a vitória?

O que eu quero na realidade é
Sanidade!
Verdade!
Amizade!
Felicidade!

O que eu quero na realidade é
O outono e as folhas caindo...
Meu caminhar seguindo...
Talvez, dormindo...
Eu e todo mundo sorrindo...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Quero II - Desassossego



O que eu quero, afinal?
A confusão?
A abstração?
Um sinal?

Saber quem sou?
Saber o que passou?
Saber o que faço?
Saber o que desfaço?

O que quero?
Absorver o presente?
Reviver o passado mero?
Advinhar o futuro ausente?

Quero fim aos meus dias de paz.
Quero fim ao meu desassossego.
Quero saber como se faz.
Quero viver em confuso sossego.

Quero dia.
Quero noite.
Quero alegria.
Quero desabores.

Quero algo simples.
Quero o simples.
Quero o complexo.
Quero o sem nexo.

Quero liberdade.
Quero falsidade.
Quero inventividade.
Quero longevidade.

Quero existir.
Quero insistir.
Quero sorrir.

Quero a presença.
Quero a ausência.
Quero a constância.
Quero a discordância.

Quero o mundo,
E, quero o nada.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Aquilo Que Faz Mais Falta


O que te faz falta?
Aquele amigo que estava sempre presente, que te ligava todo dia, com quem conversava até altas horas?
Aquele parente que foi morar longe e de quem você não tem notícias há anos?
Daquilo que você já possuiu, que preenchia o vazio e que teve que abrir mão?
Daquele momento em que você se sentiu mais feliz, completo?
Das coisas que passaram e não voltam?
Dos momentos que viveu, dos quais restam apenas breves e nebulosas recordações?
Do que você sente mais falta?
Daquele abraço no momento certo?
Daquela palavra dita como consolo?
Do momento que passou?
Das notícias que não recebeu?
Daquilo que não viveu?
Isso é aquilo que faz mais falta.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Existe


Existe a constância?
Existe o fracasso?
Existe a glória dos dias passados?
Existe?

Existe a meta a ser alcançada?
Existe a vida a ser vivida?
Existe a alma gêmea?
Existe?

Existe algo por viver?
Existe o futuro?
Existe o fim das coisas?
Existe?

Existe o pensamento?
Existe a consciência?
Existe a paciência?
Existe?

Existem as perguntas?
Existem as respostas?
Existem?

domingo, 16 de janeiro de 2011

Momentos


Todos os momentos vividos são únicos. São momentos que podem ser classificados em bons e ruins.
Os bons são inúmeros que mal podemos recordar cada um com detalhes. Os ruins, porém, nos marcam de tal forma que vivemos consumidos pelo medo de que eles possam, novamente acontecer.
Os traumas são os que mais nos marcam, os mais penetrantes. Marcam quem você será, quem você é. Você passa a se definir por aquilo que viveu, por aquele momento ruim. Muitas vezes, não pode seguir em frente e isso afeta sua vida em diversos aspectos. Passa a viver uma vida incompleta. Sente-se insegura. Sente-se infeliz.
A maneira como lidamos com os maus acontecimentos, afeta a sua visão e o modo como nos comportamos. É mais forte do que você. Por mais que nos forcemos a seguir em frente, sem nos afetarmos muito, a lembrança permanece, marcada aqui dentro.
Acabamos nos privando de outros momentos, que poderiam ser ótimos, por medo de que o mau possa ocorrer novamente, ou de que a lembrança atrapalhe e transforme um momento que poderia ser ótimo em um pesadelo sem fim.
Vivo minha vida de acordo com o que eu acredito ser o correto. Muitas coisas boas e ruins ocorreram. São fatores que ajudaram a formar a pessoa que eu sou hoje. Deixo me levar pelo que eu entendo ser o correto. Tenho meus problemas e minhas neuras. Sigo adiante. Tenho medo, claro. Mas, sigo apenas.